Managing an accelerator program? Introducing Gust for accelerators.

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Latam Accelerator Report 2015 - Fundacity

#LatamAcceleratorReport

A região

Aceleradores de Startups atuam como um papel importante no mundo tecnológico atual e novos programas aceleradores são lançados quase que diariamente. De acordo com Natty Zola (TechStars, MD) eles se tornaram “ uma forma comprovada de rápido crescimento de uma startup , aprendendo com os especialistas, encontrando excelente orientação e conectando uma poderosa rede profissional. Eles fornecem recursos que reduzem os custos de abrir uma companhia e o capital inicial que a equipe precisa para tirar sua empresa do chão ou para conquistar primeiros marcos chave. Eles se tornaram a nova escola de administração.” De diversas formas, aceleradores se tornaram um rito de passagem para milhares de empreendedores em toda a América Latina (Latam) e ao redor do mundo.

Este relatório de Gust e Fundacity fornece um olhar interno exclusivo de um programa acelerador em países em toda Latam. Este relatório é um acompanhamento no 2014 Accelerator Report e seu objetivo é entender como a indústria de aceleradores se desenvolveu na região, como aceleradores são financiados e monetizados, enquanto fornecem insights na direção da indústria num futuro próximo.

Para criar esse relatório, nós pesquisamos 100 organizações, das quais 62 foram qualificadas como aceleradoras e compartilharam suas informações conosco.

Investimento total na região

US$31,563,841

em 1,333 startups

por 62 programas

  • 442

    297

    306

    105

    61

    67

    32

    13

    10

    Latinamerica
    • Principais países por investimento

    • Chile

      US$15,096,929

    • Brasil

      US$5,524,320

    • Uruguai

      US$4,373,900

    • México

      US$2,702,592

    • Argentina

      US$2,385,700

    • Principais países por investimento

    • Chile

      US$15,096,929

    • Brasil

      US$5,524,320

    • Uruguai

      US$4,373,900

    • México

      US$2,702,592

    • Argentina

      US$2,385,700

24

Saída de startups Reportados por aceleradoras em 2015

10 PRINCIPAIS ACELERADORES

Por investimento de capital

    • Chile

    Start-Up Chile

    US$7,049,130

    Chile | Fundo público

    • América Latina

    NXTP Labs

    US$6,500,000

    América Latina | Fundo misto

    • América Latina

    Wayra

    US$2,186,700

    América Latina | Fundo privado

    • Chile

    IncubatecUFRO

    US$1,500,000

    Chile | Fundo misto

    • Argentina

    Incutex

    US$1,000,000

    Argentina | Fundo misto

    • México

    Startup Mexico

    US$840,000

    México | Fundo misto

    • Brasil

    Darwin Starter

    US$800,000

    Brasil | Fundo privado

    • México

    Smart Impact Accelerator

    US$800,000

    México | Fundo misto

    • Argentina

    CITES

    US$750,000

    Argentina | Fundo privado

    • Chile

    UDD Ventures

    US$750,000

    Chile | Fundo misto

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EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA ACELERADORA NA REGIÃO

  • Novos aceleradores

  • Ano

  • O crescimento da indústria aceleradora na América Latina atingiu seu pico em 2014.

  • Lançada em 2010, Startup Chile é considerada pela maioria da comunidade tecnológica na América Latina, a ser a primeira pioneira no cenário de aceleradores na América Latina e um dos maiores aceleradores no mundo.

  • Entre 2009 e 2015, o número de aceleradores Latino-Americanos cresceu consistentemente ano após ano.

  • Em 2015 diversos novos programas aceleradores Latino-Americanosforam lançados e isso incluiu Ideas Factory (Argentina) e Startup Studio Monterrey. No entanto, alguns grandes programas aceleradores foram fechados no mesmo ano e isso incluiu o icônico acelerador brasileiro 21212.

  • O número de novos aceleradores Latino-Americanos lançados decaiu in 2015. Isso pode ser um indicativo de que o número de programas aceleradores no mercado atingiu um ponto de saturação em relação ao número de ideias inovadoras e companhias tecnológicas que existem no mercado. Não obstante, mais aceleradores estão entrando no mercado ano após ano.

RENTÁVEL OU NÃO-RENTÁVEL


  • 73% dos aceleradores Latino-Americanos são para organizações lucrativas, umas das maiores porcentagens no mundo quando comparado com outras regiões.

  • 27% dos aceleradores Latino-Americanos são organizações públicas não-lucrativas focadas em desenvolvimento econômico através de empreendedorismo. Dependendo de fundos públicos, ou eles focam em uma região específica (Startup Chile, Softlanding UY) ou em uma indústria ou tecnologia específica (Emprende Fch). Muitas universidades também executam programas aceleradores que buscam encorajar empreendedorismo e inovação entre os estudantes (UDD Ventures, Chrysalis no Chile, Macondo Labs na Colombia).

  • Fins lucrativos
  • Sem fins lucrativos

FONTES DE FINANCIAMENTO


    • Financiamento 100% privado

    • Financiamento 100% público

    • Mistura de ambas (Público/Privado)

    • Outras fontes


  • Aceleradores estimulam o crescimento de companhias e isso leva à criação de empregos. Além disso, eles levam a inovações que podem resolver importantes problemas encarados pela sociedade, tanto local como globalmente.

  • Aceleradores são difíceis de monetizar e financiar em curtos períodos (dentro de 12 meses) porque ideias em estágio inicial geralmente requerem muitos anos antes de darem retorno para os acionistas. Para suportar esse período de crescimento, governos ao redor do mundo fornecem subsídios e subvenções para estimular novos aceleradores e ajudá-los a operar.

  • A maioria dos governos Latino-Americanos estão envolvidos em crescer sua economia de inovação e fortalecer seus ecosistemas de startups. Organizações de investimento público com frequência usam aceleradores para canalizar seus investimentos. INNpulsa na Colombia, MCTIC no Brazil, CORFO no Chile, e INADEM no Mexico são alguns exemplos notáveis..

  • Na Latam, 42% dos aceleradores informaram que ou eles recebem uma junção de financiamento público e privado ou que têm 100% de financiamento público.

  • 52% de aceleradores Latino-Americanos informaram que eles são financiados apenas por capital privado. Esse financiamento geralmente vem de antigos empreendedores de sucesso que se tornaram investidores, investimento individual ou outras fontes como grupos de anjos, fundos de capital de risco ou de fundos de investimento das empresas.

COMO ACELERADORES GERAM RECEITA?


    • Curto prazo

    • Longo prazo


  • Muitos aceleradores Latam seguem o modelo tradicional “dinheiro para equidade”, primeiramente estabelecido em 2005 por Y Combinator. Em troca por investir uma pequena quantia de dinheiro inicial numa startup (entre US$ 25.000 em média), aceleradores irão receber equidade na startup (geralmente entre 5% e 10%).

  • Aceleradores na Latam são mais otimistas sobre sobre suas saídas de startups comparados com outras regiões ao redor do mundo: 35% dos aceleradores Latam informaram que eles esperam ganhar rendimentos das saídas das startups a curto prazo (dentro do período dos próximos 12 meses) e 79% informaram que eles esperam ganhar rendimentos das saídas a longo prazo (12 meses ou mais).

  • Como o fluxo de caixa é normalmente reinvestido por startups para aumentar seu negócio ao invés de pagar dividendos e as saídas geralmente não ocorrem antes de 3-5 anos no ciclo de vida da startup, aceleradores geralmente não geram lucro no investimento por muitos anos. Para compensar os altos custos operacionais do dia-a-dia dos programas, os aceleradores começaram recentemente a explorar novos modelos que os permitem criar rendimentos. Essas alternativas incluem taxas de orientação, alugar espaços de escritório, hospedar eventos, e parcerias e patrocínios corporativos. 90% dos aceleradores Latino-Americanos planejam aumentar suas receitas em curtos prazos ao incorporar modelos alternativos de rendimentos além das saídas.

  • Similares a outras regiões no mundo, um grande número de aceleradores Latam confiam nas empresas para geração de rendimento. 52% dos aceleradores pesquisados informaram que parcerias corporativas são um importante canal de rendimentos a curto prazo, e 50% a longo prazo (mais de 12 meses). Da mesma forma, o patrocínio corporativo também desempenha um papel importante para a geração de receitas do acelerador: 37% dos aceleradores informaram confiar nos patrocínios corporativos a curto prazo e 35% a longo prazo.

  • Nós prevemos que o relacionamento entre aceleradores e corporações vai crescer significantemente na Latam. Um número maior de empresas - tanto grandes como de médio porte - estão procurando por startups como uma fonte de inovação para auxiliar na melhora da eficiência operacional. Startups estão também cada vez mais procurando por novos e diferentes produtos que eles podem trazer para o mercado. Aceleradores na região, tal como Aceleratech, contratou uma equipe de tempo integral para trabalhar na expansão e fortalecimento da colaboração com empresas.

20 PRINCIPAIS ACELERADORAS ATIVAS

Por número de startups aceleradas em 2015

    • País

    • Aceleradores

    • Startups aceleradas em 2015

    • Chile
    • Start-Up Chile

    • 250

    • México
    • Startup Mexico

    • 84

    • México
    • Venture Institute

    • 38

    • México
    • Angel Ventures Mexico

    • 38

    • América Latina
    • Socialab

    • 33

    • México
    • BlueBox Accelerator

    • 32

    • México
    • New Ventures

    • 30

    • Chile
    • IncubatecUFRO

    • 25

    • Chile
    • UDD Ventures

    • 21

    • México
    • Smart Impact Accelerator

    • 20

    • Chile
    • Imagine Business Lab

    • 20

    • Colômbia
    • MACONDO Lab

    • 20

Ver lista completa

    MERCADOS COMPETITIVOS

    Na região para o 2016

    % de aceleradores que demonstraram interesse em investir nestes mercados nos próximos 12 meses

    • Internet das coisas

      74%

    • Educação

      71%

    • Tecnologias aplicadas ao setor financeiro

      71%

    • Saúde

      68%

    • Big data

      66%

    • Saas

      58%

    • Comércio eletrônico

      52%

    • Aplicativos móveis

      52%

    • Serviços na nuvem

      44%

    • Wearables

      40%

    • Biotecnologia

      34%

    • Adtech

      27%

    • Tecnologias aplicadas ao meio-ambiente

      27%

    • Drones

      27%

    • Analíticos de mídia social

      27%

    • Imobiliário

      19%

    • Outros

      15%

    A VISÃO LOCAL

    Como Você acha que os aceleradores no seu país estão indo, comparados aos aceleradores do resto do mundo e que vantagens competitivas Você acha que eles têm?

    • Rocio Fonseca - Start-Up Chile
    • Rocio Fonseca

      Start-Up Chile (Chile)

      Quando aceleradores foram lançado , a maioria aceitou startups promissoras com base em seus próprios critérios , sem necessariamente ter um foco claramente definido. Agora observamos três fenômenos de que enfrentamos um ecossistema mais maduro e focado. Volume: tem havido um crescimento do número de startups na carteira de aceleradores. Foco : A maioria dos aceleradores têm fortalecido suas ofertas em mercados específicos . Mercado de produto fit: melhor resposta às necessidades reais observadas no mercado com soluções oferecidas por startups

    • Marcus Dantus - Startup México
    • Marcus Dantus

      Startup México (México)

      Várias razões explicam o aumento da atividade dos aceleradores mexicanos: o governo tem destinado recursos para novos aceleradores e para aumentar o número de startups que podem ser incubadas / aceleradas . Também houve grandes reformas , como a criação de SACs , que permitem às empresas registar em um dia de graça. O número de estudantes no México mais do que duplicou nos últimos 10 anos e o México tem também o maior número de engenheiro formados per capita no mundo. A cultura estudantil também mudou : agora eles querem criar empresas, em vez de serem simplesmente empregados nessas empresas . Por último, estamos também em uma explosão demográfica no México : pessoas com menos de 29 anos de idade constituem mais de 50% da população e mais de 50% estão em idade de trabalhar.

    • Marcus Dantus - Startup México
    • Pedro Waengertner - Aceleratech
    • Pedro Waengertner

      Aceleratech (Brasil)

      2015 tem sido um ano muito turbulento no Brasil, tanto para a economia como para a política. Por exemplo, o financiamento de startup do governo através do programa "Startup Brasil " e " Seed " parou em 2015. Apesar disso, vimos um vasto crescimento da qualidade de startups se inscrevendo ​​no nosso programa. Acreditamos que este é o resultado de dois fatores: um maior reconhecimento do empreendedorismo escalável entre jovens profissionais e uma diminuição da atratividade do emprego tradicional.

    • Sergio Delgado - daVinci Labs
    • Sergio Delgado

      daVinci Labs (Uruguai)

      Uruguai tem se posicionado como uma plataforma de lançamento regional para ajudar os empresários e seus negócios . A recessão econômica na região tem impactado o crescimento na indústria. Subsídios públicos foram reduzidos e a participação do setor privado diminuiu. Este cenário obriga-nos a ser criativos e sempre continuar a profissionalizar nossos serviços.

    • Sergio Delgado - daVinci Labs

    CONCLUSÃO

    Países da América Latina, nomeadamente o Brasil, Chile, Colômbia, México e Uruguai, mantiveram-se focados no crescimento de sua economia de inovação e no fortalecimento de seus ecossistemas de startup. Excluindo os serviços não baseados em dinheiro, um total de USD $ 31.563.841 foi investidos em 1.333 startups na região em 2015. Em comparação com 2014, isso representa uma queda nos investimentos. No entanto, as moedas dos cinco países mais ativos na região - quais sejam, Argentina, Brasil, Chile, México e Uruguai - depreciaram em uma média de -23% em relação ao dólar, fazendo com que a quantia dos investimentos pareça inferior ao seu valor.
    Em termos do número de startups apoiadas por aceleradores, Brasil, Chile e México ficaram muito à frente de outros países Latam. Apesar de uma pesada recessão e instabilidade política que levou à cessação de dois dos maiores programas do setor público que fornecem fundos para startups e aceleradores (Startup Brasil e Seed), o Brasil tem mantido o seu ranking de 2015. Curiosamente, Uruguai, um dos menores países da Latam, com uma população de 3.3M, tem mostrado um desempenho incrível e acelerou quase o dobro de startups em 2015 do que em 2014. Além disso, o montante investido através dos aceleradores do Uruguai aumentou quase 600%, ultrapassando o México em termos de dinheiro total investido em startups através de programas de aceleração. A estabilidade do Uruguai e o ambiente econômico ideal para negócios, ajuda a atrair investidores para estabelecer fundos de investimento em fase inicial. No entanto, mais de 50% dos investimentos no Uruguai foram feitos através de um único programa de acelerador (NXTP Labs).

    O número de novos lançamentos de aceleração da América Latina atingiu o pico em 2014 e o crescimento tem caído desde então. Isto pode ser uma indicação de que o número de programas aceleradores no mercado tenha atingido um ponto de saturação em relação ao número de ideias inovadoras e empresas de alta tecnologia, que existem no mercado. No entanto, mesmo com várias saídas, mais aceleradores estão entrando no mercado ano após ano.

    Estamos vendo uma mudança do modelo focado na saída tradicional para um modelo de negócio acelerador mais diversificado. Aceleradores Latam dependem fortemente de parcerias empresariais e / ou patrocínios para monetizar. 61% e 63% dos aceleradores contou com as receitas a partir deste canal, a curto e longo prazo respectivamente.

    O INFORME

    • 100

      Instituições contatadas

      12% mais que em 2014

    • 94

      Respostas

      54% mais que em 2014

    • 62

      Aceleradores

      29% mais que em 2014

    • 9

      Países

      2% mais que em 2014

    Devido à atual falta de consenso na exata definição de um acelerador, era importante definir o mais claro possível o que um acelerador é para compilar o relatório.

    Nós utilizamos a definição seguinte de Miller e Bound (2011), que definem aceleradores como tendo as 5 seguintes características:

    1) Um processo de inscrição aberto a todos, no entanto, extremamente competitivo.
    2) Provisão para um pré-investimento inicial, normalmente em troca por equidade.
    3) Foco em times pequenos e não fundadores individuais.
    4)Suporte com tempo limitado, compreendendo eventos programados e orientação intensiva.
    5) Grupos ou classes de startups ao invés de empresas individuais.

    Para coletarmos informações, nós contatamos 2 ou mais membros de um time de cada organização. Nem todos os aceleradores responderam e portanto, nossas informações não estão completas. Foi solicitados às organizações contatadas que elas confirmassem se elas se qualificavam como aceleradores baseado nas definições acima. Os dados em si foram auto- relatados pelos aceleradores através de um formulário on-line. Fundacity e Gus não auditaram as informações nem solicitaram qualquer documento suporte.

    Programas de aceleradores por país

    • Brasil

      26

    • Chile

      14

    • México

      13

    • Argentina

      7

    • Uruguai

      6

    • Colômbia

      5

    • Venezuela

      3

    • Peru

      1

    • Paraguai

      1

    Informado por

    • Gust

    Criado por Sebastien Brunet, Miklos Grof y Diego Izquierdo

    Colaboradores: Julien Tubbs, David Blake, Tina Glickman, Greg Young, Zigis Switzer.

    #LatamAcceleratorReport

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